Líderes mundiais condenaram o disparo de tiros no jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, nos Estados Unidos. O presidente Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump foram retirados às pressas do evento por agentes do Serviço Secreto na noite de sábado (25).
O atirador foi detido, e um agente ficou ferido.
O presidente Lula manifestou solidariedade ao líder americano em mensagem publicada no X na manhã deste domingo (26).
“Minha solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington. O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem [sábado] à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”, afirmou Lula.
O presidente da França, Emmanuel Macron, mais cedo, também repudiou o ataque. “O ataque armado contra o presidente dos Estados Unidos na noite passada é inaceitável. A violência não tem lugar em uma democracia”, disse. “Estendo meu total apoio a Donald Trump.”
A presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que a violência nunca é uma opção para os que defendem os valores da paz. “Condenamos veementemente a tentativa de ataque contra o presidente Donald Trump e sua esposa, Melania Trump. Desejamos o melhor a eles e a todos os presentes no jantar dos Correspondentes”, disse.
“A violência não tem lugar em uma democracia. Decidimos por maiorias, não pela arma”, disse o chanceler alemão Friedrich Merz.
“A violência nunca deve ser o caminho”, afirmou também a presidente do México, Claudia Sheinbaum.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse estar chocado com as cenas no jantar. “Qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado nos termos mais veementes possíveis.”
O rei Charles 3º e sua esposa Camilla, que têm viagem marcada para os Estados Unidos nesta semana, entraram em contato de forma privada com Trump e Melania para expressar suas condolências, disse uma fonte do palácio de Buckingham.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, se manifestou em redes sociais e comentou o ataque em uma reunião com ministros neste domingo (26).
“Minha esposa e eu ficamos chocados ao saber da nova tentativa de assassinato contra o presidente Donald Trump e sua esposa. Ficamos satisfeitos que ambos, juntamente com altos funcionários do governo dos EUA, tenham saído ilesos”, disse.
O premiê do Canadá, Mark Carney, disse também estar aliviado com o fato de Trump, Melania e todos os convidados estarem a salvo após os disparos. “A violência política não tem lugar em nenhuma democracia e meus pensamentos estão com todos aqueles que foram abalados por este evento perturbador.”
Alívio também foi a palavra usada pelo premiê do Japão, Sanae Takaichi. “A violência nunca pode ser tolerada em qualquer lugar do mundo”, disse.
Também foi a palavra escolhida pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. “A violência não tem lugar na política, nunca. Agradecimentos à ação rápida da polícia e das equipes de emergência por garantirem a segurança dos convidados.”
“Um evento destinado a homenagear a imprensa livre jamais deveria se tornar um cenário de medo”, disse Kaja Kallas, chefe de política externa da União Europeia.
O premiê da Austrália, Anthony Albanese, comemorou “o trabalho do Serviço Secreto e das agências de segurança pública por sua ação rápida”.
O premiê da Índia, Narendra Modi, desejou que o presidente e o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, além da primeira- dama, continuem em segurança. “A violência não tem lugar em uma democracia e deve ser condenada de forma inequívoca”.
“Profundamente chocado com o perturbador incidente de tiroteio”, disse o premiê paquistanês, Shehbaz Sharif.
Nancy Pelosi, ícone democrata e opositora a Trump, também manifestou alívio e elogiou os agentes do Serviço Secreto e das forças de segurança. “Como alguém cuja família sofreu violência política, minhas orações estão com o policial ferido e todos os afetados pelo trauma desses incidentes terríveis”, disse.
Outro líder democrata, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, afirmou que a violência nunca é aceitável. “Uma imprensa livre é fundamental para o nosso país”, afirmou.
noticia por : UOL




