ANA CRISTINA VIEIRA
DO REPÓRTERMT
Os procedimentos estéticos na região dos lábios passaram por transformações nos últimos anos. A busca por volume e o resultado padronizado deram lugar ao respeito pelo perfil e características únicas de cada paciente. Em entrevista ao
, a cirurgiã-dentista Quezia Michels destacou essa mudança de paradigma.
“Antigamente, a gente achava que um procedimento iria resolver o conjunto todo, e hoje isso já caiu por terra. Então hoje entende-se que não é receita de bolo, não é o mesmo procedimento para todo mundo, não é o mesmo produto para todo paciente e não é a mesma técnica para todo caso. Então existe a individualidade do perfil que precisa ser respeitada”, explicou a cirurgiã-dentista.
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Uma das principais queixas associadas a preenchimentos labiais é a projeção excessiva da boca, popularmente conhecida como “bico de pato”.
“É muito comum os pacientes procurarem para fazer a remoção de produto, para fazer novamente o procedimento, justamente por esse tão temido bico de pato, que geralmente ou é excesso de produto ou é produto que está muito superficializado, foi colocado numa região que não ficou muito legal. Então é possível corrigir”, pontuou.
Outro ponto levantado na entrevista foi a dor e a sensibilidade dos pacientes durante a aplicação na região labial. De acordo com a especialista, a atuação de cirurgiões-dentistas traz vantagens no manejo anestésico.
“Eu falo que os dentistas eles saem um pouco à frente nisso, né? Porque a gente tem a técnica anestésica intraoral, aonde a gente consegue trazer um conforto maior para o paciente no momento do procedimento, deixando ali a anestesia de uma maneira bem confortável, realmente realizando um bloqueio. Quando o paciente tem muita sensibilidade, a gente consegue fazer essa técnica e o procedimento fica super tranquilo e indolor, praticamente“, afirmou.
A escolha do material ideal varia de acordo com o objetivo de cada pessoa, seja apenas hidratar, contornar, tratar assimetrias ou dar volume. Sobre a fixação e o tempo de permanência da substância no organismo, Quezia comentou que o ácido hialurônico é reabsorvido naturalmente e que a duração depende de cada organismo.
Confira trecho da entrevista:
Confira a entrevista na íntegra:
FONTE : ReporterMT





