A missão do Barein na ONU não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre o motivo do atraso. A resolução enfrentou a resistência da China, da Rússia e de outros países e foi atenuada em relação à sua forma original.
Os preços do petróleo subiram desde que os EUA e Israel atacaram o Irã no final de fevereiro, dando início a um conflito que já dura mais de um mês e que efetivamente fechou o estreito para o tráfego marítimo.
O Barein, que atualmente preside o Conselho de Segurança, finalizou um esboço de uma resolução na quinta-feira que autorizaria “todos os meios defensivos necessários” para proteger a navegação comercial.
O ministro das Relações Exteriores do Barein, Abdullatif bin Rashid Al Zayani, disse ao conselho na quinta-feira que uma votação seria realizada na sexta-feira, “se Deus quiser”, e acrescentou que o Barein esperava uma “posição unificada deste estimado conselho”.
O Barein, apoiado em seus esforços para garantir uma resolução por outros Estados árabes do Golfo e por Washington, já havia retirado uma referência explícita à aplicação obrigatória em uma tentativa de superar as objeções de outras nações, especialmente da Rússia e da China
Um quarto esboço de uma resolução foi colocado sob o chamado procedimento de silêncio para aprovação até quinta-feira às 13:00 (horário de Brasília). Diplomatas disseram que o silêncio foi quebrado pela China, França e Rússia, mas um texto foi posteriormente finalizado, ou “colocado em azul” na linguagem da ONU, o que significa que uma votação pode ocorrer.
noticia por : UOL




