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terça-feira, outubro 19, 2021

Vereadora sugere privatização do DAE para parar de faltar água em VG

A vereadora reeleita por Várzea Grande, Gisa Barros (DEM), se mostrou favorável a privatização dos serviços públicos de água e esgoto no município, mesmo sendo da base do prefeito eleito Kallil Baracat (MDB), que demonstra certa resistência quando questionado sobre o assunto. Ocorre que o emedebista acredita que a construção da Estação de Tratamento de Água (ETA) do bairro Cristo Rei, pode ajudar a resolver o problema constante de falta d’água na cidade industrial.

As obras da ETA foram lançadas em outubro deste ano a um custo de R$ 23,6 milhões. Conforme a Prefeitura de Várzea de Grande, a Estação reforçará com 26 milhões de litros por dia ou 780 milhões de litros de água por mês o abastecimento de 120 mil moradores de 72 bairros do Grande Cristo Rei envolvendo ainda o Parque do Lago, Jardim Maringá, Alameda, Ponte Nova entre outros.

“Nós sabemos que é um problema que se agrava, principalmente, durante a estiagem. É um problema que é sério em Várzea Grande. Houve investimento este ano na ETA. Entretanto, eu acho que é uma situação que vai ser resolvida paliativamente e não de forma definitiva. Eu acho que apenas com recurso do município não é possível fazer o investimento necessário e  também sou a favor da privatização do Departamento de Água e Esgoto (DAE). A população sofre  constantemente com a falta de água”, declarou a parlamentar durante entrevista ao Jornal do Meio Dia (Vila Real), na tarde de quarta-feira (30).

A democrata cita o exemplo do pai, que é comerciante na avenida Júlio Campos, e que também reclama que falta água na região e não somente nos bairros mais carentes.

Nesse contexto, a vereadora espera ter uma conversa a respeito do assunto com o Kallil Baracat, como também já informou o vereador reeleito Fabinho Tardin (DEM), que disse recentemente, que tentará convencer o emedebista a pensar em um projeto de privatização no setor de Saneamento.

Gisa também foi questionada sobre o DAE servir apenas como cabide de emprego para cabos eleitorais e se era este motivo da não privatização do departamento.

“Eu não posso afirmar isso, até porque houve um concurso público e várias vagas foram preenchidas pelos concursados. Tomaram posse e estão lá trabalhando no seu devido lugar. Mas a população clama. Já vi pedindo pela privatização. Eu ainda não conversei com prefeito eleito, mas espero sentar com ele e ouvir dele se há esta resistência ou não”, finalizou Gisa.

 

FONTE: FOLHAMAX

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