O acordo concede às empresas americanas uma posição estratégica em alguns dos ativos petrolíferos mais importantes da Venezuela, ao mesmo tempo que desloca os interesses chineses e russos que há muito desempenham um papel preponderante no setor energético do país. Além disso, confere a Washington um papel direto na determinação de quem produz e vende o petróleo venezuelano, numa altura em que a administração Trump procura reformular a indústria petrolífera do país e aproximar as suas vastas reservas dos interesses económicos e geopolíticos dos EUA.
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Fonte: G1
