A consequência para os civis é que “as centenas de milhares de moradores do sul do Líbano que foram evacuados para o norte não voltarão ao sul do Litani enquanto a segurança dos habitantes do norte” de Israel não estiver garantida, acrescentou Katz.
A França, que reivindica um papel diplomático ativo no Líbano, reagiu pedindo a Israel que “se abstenha” de cumprir seus planos, pois isso teria “consequências humanitárias significativas que agravariam a situação já dramática do país”, disse à AFP o chanceler Jean-Noël Barrot.
Desde que, em 2 de março, o Hezbollah envolveu o Líbano na guerra regional, Israel realizou centenas de ataques no país vizinho que causaram, segundo as autoridades, 1.072 mortos, incluindo 121 crianças, e mais de um milhão de deslocados.
“A batalha contra o Hezbollah (…) está apenas começando”, advertiu na segunda-feira a porta-voz do Exército israelense, Ella Waweya.
No norte de Israel, uma mulher morreu na noite desta terça-feira, segundo os serviços de emergência, após disparos de dezenas de foguetes provenientes do Líbano.
À tarde, uma série de explosões de origem desconhecida sacudiu regiões ao norte de Beirute, segundo moradores e meios locais.
noticia por : UOL
