Frases da Semana: “Processo penal não é palhaçada”

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“É preciso união contra a ascensão do movimento de direita” – Gilberto Gil, cantor militante e ex-ministro da Cultura do PT. Seria a volta daquele “grande pacto nacional com o Supremo, com tudo”, que profetizou Romero Jucá? 

“Já falei dez vezes: não é o meu trabalho ficar dando pitaco” – Yan Diomande, jogador da seleção de Costa do Marfim, respondendo a jornalistas após jogo contra o Equador. Fica a dica, Gil. 

“A lei intimidaria os crimes que estão sendo praticados tranquilamente”  — Erika Hilton (PSOL-SP), membro da Câmara dos Deputados, propondo lei para punir memes sobre jovem que morreu ao ser atirada de ponte. Assim, mesmo que o homicídio fique impune, as piadas não ficarão. 

“Quem começou a cobrar a taxa das blusinhas foi os governadores” – Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao Governo de SP (PT), desviando da culpa por medida impopular. No Brasil é assim: o imposto é estadual, a arrecadação é federal, mas o trouxa que paga a conta é sempre local. 

“É uma mulher. Por que essas pessoas não podem ocupar esses espaços na política? Não posso prejudicar a história ou a vida de ninguém, muito menos da minha mulher” – Camilo Santana, ministro da Educação, defendendo indicação da esposa ao TCU-CE. Que ninguém venha dizer que faltou meritocracia. Afinal, o mérito de aguentar um marido ministro do Lula é todo dela. 

“Biólogos encontram antidepressivo no cérebro de tubarões do litoral do RJ” — manchete do jornal O Globo. A situação no Rio está tão complicada, que até o tubarão-branco já virou tubarão-tarja-preta. 

“O Brasil está perigoso politicamente” — Donald Trump, sobre a prisão de Eduardo Bolsonaro. Isso é uma meia-verdade. Só é perigoso para um lado. 

“Não voto em quem tem um suplente acusado no Mensalão” — Washington Quaquá, vice-presidente do PT, ao negar apoio à candidatura de Benedita da Silva ao governo do RJ. É um homem de princípios: só apoia quem foi, no mínimo, condenado em três instâncias. 

Jogo do Trilhão 

“Elon Musk virou trilionário, aprenda como odiá-lo corretamente” – Chris Gay, colunista do jornal progressista canadense The Globe and Mail. Afinal, tutorial ensinando esquerdista a trabalhar e prosperar na vida não vende jornal. 

“Ficou até mais fácil redistribuir a riqueza, já que basta tirá-la das mãos de meia dúzia de homens” – Talíria Petrone, deputada federal (PSOL-RJ), após Elon Musk se tornar trilionário. Sim, de preferência das mãos daquela meia dúzia que comandou o Mensalão, Petrolão e Aposentão. 

“Nem a cura pra calvície Elon Musk financiou” – Erika Hilton, criticando suposta ganância de Musk. Confirmando a tese de que nem todos os problemas do mundo se resolvem com uma peruca.  

Diário da Corte 

“Tratamos do alfinete ao foguete” – Edson Fachin, ministro do Supremo (STF-RS), sobre o protagonismo da Corte. Tratam o foguete como agulha quando julgam os amigos; e a agulha como foguete quando julgam os inimigos. 

“Macroscópica violação de garantias constitucionais” — sentenciou a Justiça Italiana, apontando parcialidade do STF ao negar extradição da ex-deputada Carla Zambelli. E isso é só uma amostra microscópica da monumental obra do STF. 

“Elas têm posicionamento político, ideológico e econômico… então devem ter o mesmo controle de qualquer pessoa que exagere e cometa crimes com isso” – Alexandre de Moraes, cônjuge da maior advogada da História Moderna e ministro do Supremo (STF-SP), sobre as “Big Techs”. Já as “Big Laws”, aqueles megaescritórios de parentes de ministros que faturam milhões inexplicáveis, seguem sem controle algum.

“Eu não me presto a trabalhos abjetos” — André Mendonça, ministro do STF, sobre sua recusa em ordenar prisões para forçar delações. Mas fiquem tranquilos: minhas fontes no STF garantem que, mesmo diante da recusa de Mendonça, os trabalhos abjetos continuam sendo prestados em escala 7×0, 24 horas por dia, 365 dias por ano. Até o momento, não há qualquer sinal de falta de mão de obra entre os ministros. 

“Processo penal não é palhaçada, aplicação da Justiça não é palhaçada”  — Alexandre de Moraes, criticando a defesa de Eduardo Tagliaferro, seu ex-assessor no TSE que denuncia vícios processuais no TSE. Lembrando que ninguém entende mais de palhaçada do que o Palhaço Carequinha. 

Cantinho do Janjo 

“Eu não quero devolver na delegacia, eu quero devolver nos Correios; porque na delegacia as pessoas têm medo porque não sabem o tipo de delegado que vão encontrar” — Lula, sobre projeto para incentivar receptadores a devolverem celulares roubados. Não percam as próximas medidas do “pacote de bondades” do Governo: cashback de fidelidade a cada dez celulares roubados; área VIP em eventos para quem só rouba de iPhone 15 pra cima; e o serviço “Sedex 13” para quem precisar desovar um presunto do conforto da sua biqueira. 

“Eu nunca fui esquerdista” — Lula, sem perceber que o microfone estava ligado enquanto fofocava com Kristalina Georgieva, ex-chefe do FMI, durante o G7. Ah, o ano eleitoral é mesmo um momento mágico! É o Haddad dizendo que nunca taxou ninguém aqui, Manuela D’Ávila indo à missa ali, Marina Silva descendo de disco voador acolá… e o Lula jurando que sempre foi belo, recatado e do lar. 

“Com essas coisas que eu fico p*” — Lula, passando pito no subchanceler Mauro Vieira, após chegar cedo demais à reunião do G7 e encontrar a sala vazia. Olhando pelo lado positivo, finalmente o Lula pôde bater no peito e dizer que era a alma mais honesta daquela sala… sem estar mentindo. 

“Eu não sei por que a ONU não adota o sistema eletrônico de votação como orientação aos países. Sou o único presidente eleito três vezes e, possivelmente, quatro” — Lula, querendo “salvar a democracia” nos quatro cantos do mundo. Deve ser justamente por isso.  

“Qual será o momento em que a Inteligência Artificial gritará independência?” — Lula, alertando sobre os perigos da IA, durante o G7. Lula segue combatendo a inteligência artificial com o mesmo afinco com que sempre lutou contra a inteligência natural. 

“Eu acho muito difícil que ele [Lula] mexa na minha posição, pela relação que a gente tem. Ele que já teve problemas até piores que o meu, que foi preso e depois ‘inocentado’” — Jacques Wagner, líder do Governo no Senado (PT-BA), reafirmando confiança em Lula após revelação de seu envolvimento no escândalo do Banco Master. Ninguém solta a capivara de ninguém. 

Copa do Imundo 

“Quem convocou o Neymar fui eu” – Francisco Mendes, filho de Gilmar Mendes, gabando-se de sua influência junto à CBF, com quem o instituto do pai mantém um contrato milionário. No fundo, saímos no lucro. Se dependesse do pai, era capaz de convocarem o Goleiro Bruno, o Robinho e o Daniel Alves. Afinal, eles jogariam soltinhos, soltinhos no esquema do Gilmar. 

“Somos a seleção mais oprimida da história da Copa” – Amir Ghalenoei, técnico da seleção iraniana, criticando medidas de segurança  impostas por autoridades americanas.  Com lágrimas nos olhos, o técnico teria desabafado que os jogadores estavam sendo tratados pior do que animais… e quase como eles tratam as mulheres no Irã. 

“Quem não conhece muito de futebol vai ter esse pensamento que você tem” – Romário, campeão mundial de futebol e senador (PL-RJ), respondendo pergunta da repórter Fernanda Gentil sobre o empate entre Brasil e Marrocos. O Romário fora do Senado é um poeta. 

Piada de Português 

“Não preciso de responder em português do Brasil, não né? Pode ser em português normal mesmo?” – Vitinha, jogador do PSG e da seleção portuguesa, respondendo à pergunta de repórter brasileiro. Pode responder em brasileiro de Portugal mesmo. Só evite usar pronomes, conjunções e preposições corretamente, senão metade da nossa imprensa esportiva não vai entender nem com tradução simultânea. 

“Cada vez que vestimos esta camisola, sentimos o mesmo orgulho” — Cristiano Ronaldo, ao se referir à camisa de Portugal. Vestindo camisola depois de velho, Cristiano? Que fase… 

noticia por : Gazeta do Povo