Atualmente, o Exército dos Estados Unidos mantém grande presença na Alemanha, com mais de 36 mil militares na ativa distribuídos por várias instalações do país, entre elas a base aérea de Ramstein, o quartel-general em Wiesbaden, as áreas de treinamento de Grafenwöhr e Hohenfels na Baviera, a base aérea de Spangdahlem e o complexo militar de Stuttgart.
Na quinta-feira, Trump advertiu Merz que ele deveria se preocupar mais em “consertar” seu país “destruído” e pôr fim à guerra na Ucrânia, em vez de “interferir” no conflito com o Irã, em uma nova salva de críticas na troca de farpas entre os dois líderes.
O republicano acusou o líder europeu de não apoiar os EUA na guerra contra o Irã e de acreditar “que é aceitável que o Irã tenha uma arma nuclear”, além de enfatizar que “não é à toa que a Alemanha está indo tão mal, tanto economicamente quanto em outros aspectos!”.
Merz apoiou inicialmente os ataques dos EUA e de Israel ao Irã. No entanto, com o passar do tempo, assumiu uma postura cada vez mais crítica, o que lhe rendeu as críticas do republicano.
Trump criticou repetidamente seus aliados europeus por não atenderem ao chamado de Washington, que, juntamente com Tel Aviv, iniciou a guerra contra Teerã em 28 de fevereiro, sem consultar ou comunicar nada previamente aos seus parceiros da Otan.
md (EFE, ots)
noticia por : UOL
