For years, Brazil has put American farmers and producers at a disadvantage through unfair trade practices and illegal deforestation.
Thank you, @POTUS and @USTradeRep, for taking action to hold Brazil accountable and fight for America’s farmers.
Brazil’s unfair 18%? https://t.co/CyPFH6J7yF
— Secretary Brooke Rollins (@SecRollins) July 17, 2026
A disputa acontece principalmente na pecuária, na soja e na produção de etanol, item que foi especificamente investigado no procedimento da seção 301 da Lei do Comércio, de 1974, aberta no ano passado pelo USTR (sigla em inglês para Representante do Comércio dos EUA) e que resultou no anúncio da nova tarifa, no dia 15.
“A tarifa desleal de 18% imposta pelo Brasil ao etanol americano reduziu as exportações do produto dos EUA para o país em mais de 87% desde 2018”, afirmou Rollins, que agradeceu Trump por “proteger os fazendeiros americanos”, grupo eleitoral apoiador do republicano.
“O etanol americano vive seu ano de maior força até hoje e, sob a gestão do presidente Trump, estamos lutando para abrir mercados, garantir condições de concorrência justas e colocar os agricultores e produtores dos Estados Unidos em PRIMEIRO lugar”, acrescentou a secretária de Agricultura.
No ano passado, paradoxalmente, os agropecuaristas dos EUA sofreram duro revés com a política protecionista e tarifária de Trump, depois que a China passou a absorver boa parte da produção de soja e de pecuária brasileiras afetadas pelo tarifaço americano, em substituição aos vendedores americanos.
O ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, respondeu Rollins no X e afirmou que “chama atenção o desconhecimento completo” da secretária de Trump sobre a realidade da produção de etanol no Brasil. Ele disse que o biocombustível do país não é produzido na Amazônia, mas sim nas regiões centro-oeste e sudeste, sob “rígidas normas ambientais.”
noticia por : UOL



