Os municípios analisados foram: Autazes, Barreirinha, Boa Vista do Ramos, Careiro, Careiro da Várzea, Iranduba, Itacoatiara, Itapiranga, Manaus, Maués, Parintins, Nhamundá, Rio Preto da Eva, São Sebastião do Uatumã, Silves, Urucará e Urucurituba.
Em Autazes, as aulas estão suspensas por decreto e houve reforço na saúde pública para dar conta dos atendimentos de vítimas da fumaça tóxica.

Nessas áreas, diz Alencar, o fogo ocorre em regra em áreas de uso privado registradas no CAR (Cadastro Ambiental Rural), que é um registro eletrônico público e obrigatório para todos os imóveis rurais do Brasil. “Ali, o fogo só pode ocorrer quando licenciado pelo governo estadual”, explica.
“A maior parte do fogo está relacionado a áreas convertidas, que já foram desmatadas. Importante dizer que essa área da porção norte da BR-319 é de especulação”, situa.
Em comparação a 2023, quando o Amazonas enfrentou uma seca histórica também gerada por um El Niño, Sales explica que o estado sofreu com aumento no número de focos de incêndios, mas não como agora.
noticia por : UOL


