Valores obtidos ilicitamente eram enviados ao exterior, segundo a denúncia. O casal mantinha um milhão de francos suíços em contas na Suíça —o dinheiro não era declarado a autoridades brasileiras.
A investigação começou em 2016. Na ocasião, o Vaticano informou às autoridades brasileiras sobre uma doação suspeita de quase US$ 1 milhão à Cáritas, entidade de assistência social da igreja católica, feita por uma empresa das Bahamas ligada ao conselheiro.
Há outra ação contra o conselheiro em andamento. Segundo o MPF, outros conselheiros do TCE-RJ, incluindo José Gomes Graciosa e empresários, respondem por corrupção e organização criminosa.
noticia por : UOL




