Presidente da Venezuela demite ministro da Defesa aliado de Maduro e procurado pelos EUA


    Vladimir Padrino López, ministro da Defesa do governo Nicolás Maduro na Venezuela, fala à imprensa
    Manaure Quintero/Reuters
    A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, destituiu nesta quarta-feira (18) o ministro da Defesa, Vladimir Padrino. Ele esteve à frente das Forças Armadas chavistas por mais de uma década.
    ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp
    Padrino é aliado do ex-ditador Nicolás Maduro e é procurado pela Justiça dos Estados Unidos. Segundo o governo norte-americano, ele usava o cargo para facilitar o tráfico internacional de drogas.
    Em janeiro do ano passado, o Departamento de Estado dos EUA anunciou uma recompensa de US$ 15 milhões por informações que levem à prisão dele. Em agosto, Padrino classificou as ofertas americanas como “fantasiosas, ilegais e desesperadas, ao melhor estilo faroeste de Hollywood”.
    Ao anunciar a demissão, Delcy Rodríguez agradeceu a Padrino pela “lealdade à Pátria” e por ter sido “o primeiro soldado na defesa de nosso país”.
    “Estamos certos de que assumirá com o mesmo compromisso e honra as novas responsabilidades que lhe serão confiadas”, escreveu no Telegram.
    Veja os vídeos que estão em alta no g1
    Delcy assumiu o comando do governo após a captura de Maduro em uma operação militar dos Estados Unidos, em 3 de janeiro. Os militares, pilar do chavismo, expressaram apoio à presidente interina.
    Nas últimas semanas, Delcy tem promovido reformas no governo e atendido a demandas dos Estados Unidos. Outros aliados de Maduro renunciaram aos cargos ou foram demitidos após a troca de governo, como Alex Saab, acusado de atuar como testa de ferro de Maduro.
    LEIA TAMBÉM
    Equador abre investigação para entender como bomba do país foi parar na Colômbia
    O que é a superbomba lançada pelos EUA no Estreito de Ormuz
    Vaticano pede que Trump termine a guerra o ‘mais rápido possível’ e ‘deixe o Líbano em paz’
    source
    Fonte: G1

    Sair da versão mobile