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ONG ligada a 'Dark Horse' é investigada por contrato de R$ 103 mi em SP

Gama negou as suspeitas, disse que as prestações de contas estão em dia e afirmou ao UOL que é alvo de extorsão de um antigo fornecedor.

Segundo o Portal da Transparência da prefeitura, os repasses ao ICB somam R$ 103,5 milhões: R$ 40,3 milhões em 2024, R$ 50,9 milhões em 2025 e R$ 12,3 milhões em 2026.

Para executar o serviço, o ICB subcontratou ao menos sete empresas, em contratos que totalizam R$ 98 milhões, segundo reportagem do site Intercept Brasil que motivou a denúncia ao MP-SP (Ministério Público) e a abertura do inquérito.

A suspeita é que as subcontratações sejam superfaturadas. A Make One recebeu R$ 36 milhões por locação de equipamentos. A Complexys, de André Feldman, diretor do ICB, recebeu R$ 8,6 milhões.

Já a Fast Future, da esposa de Feldman, Débora Feldman, recebeu R$ 3 milhões. As notas fiscais das duas empresas do casal descrevem serviços idênticos: “gestão técnica da operação”.

A instalação dos pontos acelerou durante a campanha eleitoral de 2024, quando Nunes concorria à reeleição. Em outubro, no segundo turno, 1.605 pontos já estavam ativos.

noticia por : UOL

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