Apesar de “inúmeras ligações”, e-mails e cartas registradas, “sempre me ignoraram (…) Nunca recebi resposta, nem verbal nem escrita, jamais! Tudo o que sabemos sobre este julgamento soubemos pela imprensa”, afirma a advogada que representa uma italiana, uma francesa, uma eslovena e duas mulheres que desejam permanecer anônimas.
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Fonte: G1
