Já as vendas externas do setor somaram R$3,3 bilhões em 2025, crescimento de 12% em relação ao ano anterior, conforme a Abempet
A empresa, cujas vendas fora do Brasil (incluindo exportações) representam quase 20% do total faturado pela unidade de pet, tem no Chile, Paraguai e Uruguai seus principais mercados externos.
Nos EUA, a estratégia é de “entrar de forma gradual”, enquanto esse destino deve ser prioritário no futuro.
“Neste mercado, não tem objetivo (inicial) de acelerar demais, a gente tem que criar marca, tem que estar nas prateleiras, com alimentos úmidos, depois (vendendo) alimentos secos via Paraguai”, afirmou, sem estabelecer uma meta.
A companhia chegou a avaliar no passado a venda da unidade de rações para pet, surgida após aquisições há vários anos. Mas esse processo de alienação foi encerrado em 2023.
Agora, disse o executivo, o foco é crescer organicamente, e não há intenção de aquisições por enquanto.
noticia por : UOL
