Jovem de 19 anos está entre os militares americanos mortos na guerra com o Irã


    1º Tenente Tyler James Feehan e soldado Isabella Gonzales.
    U.S. Army/U.S. Army Space and Missile Defense Command via AP
    O Pentágono identificou nesta segunda-feira (20) dois soldados americanos mortos na Jordânia durante ataques iranianos com mísseis balísticos e drones.
    Segundo o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, Tyler James Feehan, de 25 anos, e Isabella Gonzales, de 19, foram as primeiras baixas provocadas por fogo direto do Irã desde os primeiros dias da guerra.
    Os dois morreram em um ataque do Irã a uma base dos EUA na Jordânia na sexta (17).
    Feehan, primeiro-tenente do 32º Comando de Defesa Aérea e Antimísseis do Exército dos EUA, será promovido postumamente ao posto de capitão e receberá condecorações militares. Gonzales integrava o 10º Comando de Defesa Aérea e Antimísseis, baseado na Alemanha.
    Um terceiro militar continua desaparecido após o ataque, e restos mortais ainda estão sendo analisados pelas autoridades. Outro militar morreu no norte do Iraque, durante a detonação controlada de uma munição não detonada.
    Agora no g1
    As mortes elevam para 17 o número de militares americanos mortos no conflito com o Irã, segundo os EUA. O episódio ocorre em meio à escalada dos combates no Oriente Médio, após o fracasso das negociações de paz.
    Desde o início da guerra, ataques iranianos já atingiram forças americanas em países como Jordânia, Kuwait, Arábia Saudita e Iraque.
    Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump, publicou uma nova ameaça ao regime iraniano. Segundo o republicano, Teerã vai pagar “muitas vezes mais” por todos os combatentes americanos que forem mortos no conflito.
    “Toda vez que o Irã matar um soldado americano, pagará por essa morte muitas vezes mais. Essa diretriz já foi repassada ao secretário da Guerra, Pete Hegseth, ao presidente do Estado-Maior Conjunto, Daniel Caine, e a todos os líderes das Forças Armadas”, afirmou, na postagem.
    *Com informações da Reuters.
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    Fonte: G1

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