Em determinado momento, Pedro teria convidado o jornalista para ir até o hotel onde estava hospedado. Ele não foi ao hotel e relatou que, na sequência, sofreu um “apagão”, lembrando-se apenas de já estar sozinho, sem a companhia do amigo ou do trio, e andando na direção de seu carro, estacionado próximo ao bar. Quando chegou, o jornalista percebeu que uma das lanternas estava quebrada, mas entrou no veículo.
Jornalista narrou ter sido abordado por ao menos dois homens, enquanto estava no carro com a janela parcialmente aberta, que exigiram a carteira e o celular dele. A vítima não conseguiu confirmar a identidade da dupla, mas afirmou acreditar que seriam os mesmos homens que estavam com ele no bar. Ele disse, ainda, não se recordar da última vez em que viu o amigo.
Vítima declarou acreditar que sua bebida foi adulterada com a substância conhecida como “Boa Noite, Cinderela”. Depois do roubo, ele dirigiu até a sua casa, mesmo com intensa sensação de desorientação e sonolência, mas foi parado por policiais militares na avenida São Miguel, na zona leste, por volta das 8h de sábado. A abordagem ocorreu porque a irmã dele havia acionado a corporação e informado a placa do veículo após a mãe deles receber ligações estranhas e não conseguir contato com o jornalista.
Em depoimento na delegacia, a irmã do jornalista disse que, por volta das 5h40 de sábado, a mãe dela avisou que havia recebido duas ligações em seu telefone fixo. Ela contou que ouviu as frases “vamo, vamo logo”, sem que o nome do filho ou do amigo dele fossem citados. Então, ambas passaram a tentar contato com o homem, tiveram duas chamadas atendidas , onde duas vozes foram ouvidas, sem diálogo, e depois as ligações não foram mais respondidas.
noticia por : UOL
