Leilão aconteceu em novembro e previa que proposta com preço mais baixo seria vencedora. Disputa envolve grandes empresas do setor. O consórcio Expresso Roma é formado por Álya (antiga Queiroz Galvão) e Odebrecht. Já o Novo Roma é integrado por Construbase Engenharia, FM Rodrigues e CIA e Uranpres Spol, uma companhia da Eslováquia.
Segundo e terceiro colocados na disputa haviam acionado a Justiça anteriormente. Novo Roma e Acciona afirmaram que a proposta de valor mais baixo não cumpria regras do edital.
Consórcio Expresso Roma foi tirado da disputa. Diante da situação, a prefeitura acatou os recursos dos dois consórcios.
Além disso, a Acciona alegou que uma das empresas integrantes do Nova Roma não tinha licença para atuar no Brasil. Com base nisso, a empresa pediu à prefeitura que baixasse a nota concedida ao consórcio — o que também foi acatado. Por fim, a gestão Nunes posicionou a Acciona como vencedora da disputa.
O que diz a Prefeitura de São Paulo
Procurada, a gestão de Ricardo Nunes nega irregularidades. Em nota, a Secretaria Municipal de Obras de São Paulo informou que “a licitação mencionada respeitou toda a legislação vigente, atendendo aos critérios de transparência”.
noticia por : UOL
