O julgamento diz respeito à suposta fraude envolvendo assistentes parlamentares entre 2004 e 2016. No total, mais de 4,4 milhões de euros teriam sido desviados entre 2004 e 2016 para pagar, sob o título de assistentes parlamentares, funcionários que trabalhavam para o partido, como seu próprio guarda-costas.
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Fonte: G1
