DO REPÓRTERMT
O senador Carlos Fávaro (PSD) garantiu que o Instituto Mauá testou e aprovou a gasolina com 32% de etanol sem prejuízo aos motores.
O próprio relatório, porém, afirma que avaliar a durabilidade dos componentes não fazia parte do estudo. A E32 foi utilizada em testes de desempenho e dirigibilidade, enquanto emissões e autonomia foram analisadas com E30.
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Isso não significa que a nova mistura necessariamente causará danos imediatamente. Mas também não permite garantir que bombas, bicos, mangueiras e outros componentes não sofrerão desgaste após milhares de quilômetros.
Fávaro oferece a certeza; se o motor apresentar problemas, a conta ficará com o motorista.
FONTE : ReporterMT
