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Ex-funcionário que teria matado empresário em SC já foi condenado por sequestro em 2024







O homem preso como suspeito do sequestro e assassinato do empresário Alfredo Fraga dos Santos, de 53 anos, em Balneário Camboriú (SC), já havia sido condenado pela Justiça do Pará por participação em outro sequestro, ocorrido em Belém em junho de 2024. Na ocasião, ele e outros integrantes do grupo mantiveram uma médica em cativeiro e exigiram até R$ 500 mil pelo resgate dela.













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Segundo a sentença da 9ª Vara Criminal de Belém, ele atuava como flanelinha próximo a um bar no bairro Cidade Velha e, junto com um parceiro, convenceu a vítima — que estava alcoolizada após uma festa e havia discutido com o namorado — a deixá-lo dirigir o carro dela. Durante o trajeto, um terceiro criminoso entrou armado no veículo e aplicou um golpe que fez a jovem perder a consciência. Ela acordou horas depois em um cativeiro em Ananindeua, amarrada e vendada.













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A Justiça concluiu que o homem conduziu o carro até o local do cativeiro, manteve a vítima presa e enviou fotos e vídeos dela para pressionar a família pelo pagamento do resgate. Suas impressões digitais foram encontradas no veículo. O grupo foi localizado pela polícia após um dos envolvidos ser preso com o celular da vítima. Durante o resgate, um dos sequestradores fez a jovem de refém e morreu em confronto com policiais. Ele foi condenado a oito anos de prisão em regime inicial semiaberto, mas teve as medidas cautelares revogadas ao fim do processo.





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No caso de Santa Catarina, a Polícia Civil aponta que o ex-funcionário planejou o crime após ser demitido pelo empresário Alfredo Fraga dos Santos. Conhecendo a rotina da vítima, ele teria convidado mais um suspeito para participar da ação. O empresário foi rendido com uma arma branca, colocado em uma Volkswagen Saveiro e depois transferido para uma Chevrolet Spin. Ele foi levado até Gaspar, onde foi amarrado e morto com golpes de pedra. Os suspeitos ainda realizaram transferências bancárias a partir das contas da vítima e levaram cerca de R$ 15 mil.













O suspeito foi preso em Campinas durante uma conexão no Aeroporto de Viracopos, quando tentava embarcar para o Pará em um voo saído de Navegantes. Já o comparsa foi localizado em Blumenau, onde os policiais apreenderam a arma usada no crime e as roupas utilizadas na ação. Os dois confessaram o assassinato após as prisões.













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noticia por : UOL

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