ANA CRISTINA VIEIRA
DO REPÓRTERMT
O esgotamento emocional e as pressões cotidianas muitas vezes agem de forma silenciosa até que o corpo alcance o seu limite. Em entrevista ao
“Depois que eu comecei a fazer análise e eu percebi que, através da minha experiência, eu poderia ajudar outras pessoas a não passarem por tudo que eu passei, a de repente conseguirem observar os sinais antes de acontecer algo mais grave como aconteceu comigo“, afirmou.
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Raquel explicou como as emoções não tratadas passam a se manifestar por meio de problemas fisiológicos e como na obra, narrou todo o processo de adoecimento e o caminho percorrido para o recomeço.
“Os sintomas ultrapassaram as emoções e vieram para o corpo também. Então doenças fisiológicas também foram instauradas, e é tudo narrado no livro: as doenças que eu tive, como que eu me tratei, o que que aconteceu depois”.
Questionada sobre a transformação proporcionada por esse processo, Raquel apontou o conceito central retratado em seu livro.
“O despertar do invisível é uma quebra de paradigmas e de conceitos pré-concebidos pela sociedade que muitas vezes o sujeito tá vivendo sem nem questionar, tá imposto. E aí, misturando com sobrecarga de dor, de sofrimento, de acontecimentos rotineiros da vida que podem gerar isso, independente de sobrecarga ou não, a pessoa esconde. Na psicanálise, a gente diz recalca, ou por medo ou por vergonha ou por algum outro sentimento que a gente desconhece”.
Raquel enfatizou que a exaustão psíquica costuma ser negligenciada e sobrepõe-se ao desgaste físico.
Confira o trecho da entrevista:
Confira a entrevista na íntegra:
FONTE : ReporterMT
