Apesar de oposição da família, governo Trump divulga arquivos do FBI sobre morte de Martin Luther King Jr.

    James Earl Ray se declarou culpado, mas depois retirou a confissão e até sua morte, em 1998, insistiu na inocência. A família King questiona a versão oficial desde sempre. Em 1998, a então procuradora-geral dos EUA, Janet Reno, reabriu o caso, mas o Departamento de Justiça concluiu que não havia elementos suficientes para mudar o veredito original.

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    Fonte: G1

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