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Alcolumbre diz que 'Lula apoia o Amapá a todo instante' em sinal de trégua

Em evento nesta sexta (5) no Amapá, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), mandou por meio do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, um agradecimento ao presidente Lula (PT).

“Padilha, muito obrigada. Leve meus agradecimentos, pessoal e institucional, ao presidente da República, que tem nos apoiado, e apoiado o Amapá, a todo instante”, afirmou ele.

A manifestação é um sinal de trégua, já que ocorre um dia depois de Alcolumbre ter se irritado com uma fala de Lula de que o Congresso teria sequestrado o Orçamento por meio das emendas parlamentares, e reclamado com integrantes do Palácio do Planalto. A ligação ocorreu em frente a outros congressistas, enquanto ele ainda presidia a sessão.

“Sua presença aqui é a presença do presidente da República ajudando o nosso Amapá. Os meus agradecimentos ao presidente Lula pela sensibilidade e compromisso público, especialmente com todos os brasileiros, mas com Norte e Nordeste do Brasil”, afirmou o presidente do Senado.

Na quinta, Lula criticou o volume de emendas parlamentares durante a 6ª reunião do Conselhão com empresários e representantes da sociedade civil. “Não concordo com as emendas impositivas. Eu acho que o fato de o Congresso Nacional sequestrar 50% do Orçamento da União é um grave erro histórico. Mas você só vai acabar com isso quando mudar as pessoas que governam e que aprovam isso”, declarou o petista.

A fala incomodou deputados e senadores da base aliada que estavam no plenário da Câmara dos Deputados para uma sessão do Congresso. Um deputado ligou para o secretário especial de Assuntos Parlamentares da SRI (Secretaria de Relações Institucionais), André Ceciliano, e repassou o telefone para o presidente do Senado.

De acordo com parlamentares, Alcolumbre questionou, em frente aos demais, “que sequestro” seria este, já que estava trabalhando para aprovar a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) como queria o governo e ainda atuado para ajudar os Correios, com uma mudança na meta fiscal das estatais que permite que o Executivo não tenha que cortar despesas para compensar o prejuízo maior que a empresa deve registrar em 2026.

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noticia por : UOL

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